SOBRE O AUTOR
Juidson Campos é um homem antigo do Século XX, mas um viajante recém-nascido na escala do tempo cósmico. Dono de uma trajetória de vida plural, trabalhou desde cedo nas mais diversas áreas — foi aeroviário, fotógrafo, bancário e promotor de vendas. Estudou Direito e, hoje, dedica-se à literatura com a tranquilidade de quem é aposentado após mais de 30 anos de serviços prestados ao Tribunal Regional do Trabalho.
Entre um café forte e um bom chimarrão, ele observa o mundo pela janela — e pelas telas — transformando a perplexidade da vida moderna em crônica. Neste espaço, a narrativa urbana, a sátira política afiada e a poesia existencial se encontram. Com a mesma facilidade com que resgata a nostalgia romântica da Copacabana dos anos 60, o chiado de um LP e o lirismo da Bossa Nova, Juidson empunha a caneta para denunciar a hipocrisia, o extremismo e as injustiças dos tempos atuais. É um escritor que não confunde gentileza com covardia.
Aqui, o leitor encontrará reflexões sobre a fé que não é tanta, a beleza das pequenas coisas (até mesmo de uma lagartixa repousando na estante de livros) e a constante luta contra o "desviver" dos dias.
Um aviso aos navegantes: a ironia é a sua arma mais polida. Portanto, encare tudo o que ler como uma obra de ficção e fruto da imaginação — afinal, é no terreno do "faz de conta" que as maiores verdades sobre a nossa sociedade costumam ser reveladas.
Escritores sempre surpreendem com as palavras. Ainda que seja, apenas uma coletânea autobiográfica.
ResponderExcluirJuidson deixa "montes" de saudades de uma época que escrever só precisava da imaginação, era como dizia Pablo Neruda:-"Escrever é fácil. Começa com uma letra maiúscula e termina com um ponto final. No meio, você coloca as idéias".
Hoje, necessitamos da expertise digital,já que a aldeia da escrita é global