Esta foto não representa o povo ucraniano. Foi caso de vida ou morte para salvar o mundo da praga nazista! Restam poucas pessoas vivas que tenham vivido este conflito mundial. O exército alemão invadiu a União Soviética em 22 de junho de 1941, iniciando uma guerra que durou quatro anos. No total, o número de ucranianos que lutou no exército soviético foi entre 4,5 e 7 milhões.
A maioria dos combates na Segunda Guerra Mundial ocorreu na frente oriental. As hostilidades cobriram toda a Ucrânia e a Bielorrússia, onde a Alemanha perdeu 93% das suas tropas. No território ocupado, houve um genocídio contra o povo judeu e o restante da população. Mais de 1,5 milhão de pessoas foram deportadas para trabalhos forçados na Alemanha.
O regime de ocupação brutal aplicado pelos invasores elevou o sentimento anti-germânico. Uma das consequências imediatas foi o desenvolvimento de movimentos rebeldes e guerrilheiros nacionalistas. As células de guerrilha mais famosas operaram na Ucrânia; nomes como Kovpak, Vershyhora e Rudnev tornaram-se lendários. A ausência de uma retaguarda confiável, graças às ações desses guerrilheiros ucranianos, foi uma das principais razões para a derrota alemã na Frente Oriental.
Afinal, quem são estes "soldados"? Não serão caçadores de likes nas redes sociais? A Ucrânia não merece isso.
O título parece um clichê, mas não faz muito tempo que esse documento voltou à baila para escolher o presidente da República. Foi depois das Diretas Já. José Sarney assumiu após o fim da ditadura e, a partir de então, a eleição voltou a ser responsabilidade do eleitor. Tivemos Collor e seu impeachment; Itamar Franco; o sucesso e a reeleição de Fernando Henrique Cardoso; e o período de Luiz Inácio Lula da Silva, que indicou Dilma Rousseff.
Dilma foi reeleita, mas sofreu o que a sociedade soube ser um golpe parlamentar, assumindo o vice, Michel Temer. Na sequência, venceu Jair Bolsonaro, uma vez que Lula, favorito nas urnas e vítima de Lawfare, ficara fora do pleito. Agora, o voto responsável entra novamente em cena. Isso requer uma avaliação pelo histórico pragmático dos candidatos.
São muitas frases e quase nada de serviço. Se o eleitor já esqueceu a trajetória desses quatro anos, existe um vasto material de checagem no Google e nas redes sociais. Mas verifique a fonte! Todo cuidado é pouco com as fake news, ferramentas sofisticadas para confundir cabeças inexperientes.
O mais importante é escolher o próximo presidente sem precisar se arrepender depois. Garantir um futuro melhor para as próximas gerações depende de nós. O voto responsável parte de cada um; não se deve brincar com isso.