16 de ago. de 2026

UM CONVITE ESPECIAL

Juidson Campos na máquina de escrever

Um Convite Especial aos Leitores do Escrevinhados

Bom dia, meus caros leitores.

Chegamos a uma marca formidável: já ultrapassamos as 60 mil visualizações neste espaço. Cada clique, cada leitura, cada instante que vocês dedicaram às minhas crônicas, dramas e sátiras tem um valor inestimável para mim. Escrever só ganha o seu verdadeiro sentido quando a história encontra o seu leitor.

Para celebrar essa caminhada e expandir nossos horizontes literários, estou preparando o lançamento de dois contos inéditos. Mas, desta vez, a experiência será um pouco diferente — e ainda mais próxima.

Convido todos vocês a conhecerem e se inscreverem no Escrevinhados no Substack. Lá, vocês continuarão tendo acesso gratuito e integral a todos os textos, mas com um diferencial que preparei com muito cuidado: as histórias agora contam com versões em áudio, narradas por mim mesmo. É a literatura ganhando voz.

Para não perderem os próximos lançamentos, peço que cliquem no botão abaixo e inscrevam o seu e-mail. É rápido, gratuito e garante que vocês serão avisados automaticamente a cada nova publicação.

Próximos Lançamentos (Reserve as Datas!)

"O Estranho Invasor" — Estreia em 21 de Agosto (Sexta-feira)

O Estranho Invasor - Ilustração

"A Jabuticaba do Meu Cão" — Estreia em 4 de Setembro (Sexta-feira)

A Jabuticaba do Meu Cão - Ilustração

Espero todos vocês na nossa nova casa literária. Um grande abraço!


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6 de ago. de 2026

Amnésia Coletiva

Amnésia Coletiva

Oitenta e um anos após a maior atrocidade já presenciada, a humanidade flerta com o perigoso hábito do esquecimento.

O Eco do Silêncio: Memória contra o Apocalipse Nuclear

O texto reflete sobre o perigo da amnésia coletiva em relação aos bombardeios de Hiroshima e Nagasaki, ocorridos há mais de oito décadas. O autor destaca que a mortalidade instantânea causada por essas armas nucleares foi um evento sem precedentes na história, superando qualquer outra tragédia humana. Existe uma preocupação central de que, com o falecimento dos últimos sobreviventes, o mundo perca a memória visual e emocional desses horrores. O conteúdo questiona se o esquecimento das atrocidades passadas poderia facilitar a eclosão de um novo conflito global devastador. Assim, a obra serve como um alerta sobre a importância de manter viva a consciência histórica para evitar a repetição de erros catastróficos. Dessa forma, a preservação da memória é apresentada como uma ferramenta essencial para a sobrevivência da humanidade.


Hoje, continuar vivo parece ser sempre arriscado. Isso porque, lentamente, o mundo se esquece do que aconteceu há mais de oitenta anos. Para ser exato, há oitenta e um anos, faltando duas décadas para cem anos de lembrança.

Talvez pareça muito tempo — ainda mais àqueles que nasceram depois —, mas, se pararmos para pensar um minuto, ainda hoje restam vivos menos de cem mil sobreviventes; todos eles, aliás, com idade já bem avançada.

Quanto aos outros, as vítimas somadas da população de Hiroshima e Nagasaki, mais de duzentas mil pessoas morreram instantaneamente… morreram no mesmo minuto, fora aqueles que morreram horas ou dias depois.

Talvez você pense que, ainda hoje, milhões de pessoas morram vítimas de tragédias naturais, de epidemias, de genocídios, de guerras, mas uma mortalidade assim, pode ter certeza, nunca ocorreu em toda a história da humanidade.

Como consolo, porém, dizem que o tempo sempre ajuda a esquecer as tragédias, os conflitos armados, as feridas já cicatrizadas, os traumas vagarosamente superados… Mas será que, um dia, a humanidade vai se esquecer desse tamanho horror, dessa tamanha atrocidade?

Porque, se pararmos para pensar mais outro minutinho, a ‘Segunda Guerra Mundial’ é a continuação da ‘Primeira’! Partindo-se dessa premissa, então, caso haja a ‘Terceira’, será que, ainda assim, a humanidade continuará se esquecendo?


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