TRANSFORMAÇÃO E RESISTÊNCIA
A PRODUÇÃO AGROECOLÓGICA COMO BANDEIRA
O Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) trilha uma longa trajetória de resistência e transformação social no campo brasileiro. Sua luta vai além da democratização do acesso à terra: ao ocupar áreas improdutivas, o movimento realiza uma reforma agrária popular que converte o latifúndio na produção de alimentos saudáveis e agroecológicos para toda a população.
Baseada na gestão coletiva e familiar, essa agricultura valoriza a identidade do trabalhador rural e a sustentabilidade ambiental. Hoje, o MST é o maior produtor de arroz orgânico da América Latina, destacando-se também no cultivo de feijão, mandioca, café, hortaliças e na pecuária.
Esse modelo é crucial para garantir a soberania alimentar do país — o direito de cada brasileiro ter acesso a alimentos de qualidade, diversificados e adequados à sua cultura. Além de gerar renda e emprego para milhares de famílias, o movimento atua como uma ferramenta de educação popular. Em seus assentamentos e acampamentos, cursos, oficinas, escolas e bibliotecas formam sujeitos críticos e protagonistas de sua própria história.
Em constante diálogo com a sociedade civil, o MST reforça a defesa da democracia, dos direitos humanos e da justiça social, provando que a terra, quando bem distribuída, floresce em dignidade para quem nela vive e para quem dela se alimenta.
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