SER OU NÃO SER (UMA BARATA), EIS A QUESTÃO

Imagem (AI) de Alistair por Pixabay

GUERRAS MUNDIAIS: DO SANGUE AO REINO DAS BARATAS

A Primeira Guerra Mundial (1914-1918) foi marcada por trincheiras e um avanço estancado que ceifou 16 milhões de vidas nessa "brincadeira" estúpida. A Segunda (1939-1945), mais sofisticada e tecnológica, elevou o horror a 60 milhões de mortos.

Já a Terceira Guerra Mundial habita o imaginário distópico. Assistimos a ela nos cinemas, devorando pipoca como se o sabor da manteiga derretida tivesse o mesmo gosto do sangue que corre nas telas. Se ocorrer, será nuclear, avassaladora, transformando nossa infraestrutura em cinzas radioativas e acelerando o colapso climático que o desmatamento já iniciou.

"E se houvesse uma Quarta Guerra Mundial? Provavelmente seria um conflito entre as baratas. Única espécie resistente o suficiente para sobreviver à nossa insana estupidez, elas sairiam dos bueiros após séculos para governar o mundo, absurdamente imitando a miséria humana que nos aniquilou."

Se não tomarmos cuidado, entregaremos de bandeja o único planeta conhecido a esses seres que sempre tentamos esmagar com nojo. Imagine só: deixar nosso legado civilizatório para quem sempre viveu no esgoto.

Imagine! Quem diria, hein, logo para quem arriscamos deixar o nosso legado civilizatório humano!