O título parece um clichê, mas não faz muito tempo que esse documento voltou à baila para escolher o presidente da República. Foi depois das Diretas Já. José Sarney assumiu após o fim da ditadura e, a partir de então, a eleição voltou a ser responsabilidade do eleitor. Tivemos Collor e seu impeachment; Itamar Franco; o sucesso e a reeleição de Fernando Henrique Cardoso; e o período de Luiz Inácio Lula da Silva, que indicou Dilma Rousseff.
Dilma foi reeleita, mas sofreu o que a sociedade soube ser um golpe parlamentar, assumindo o vice, Michel Temer. Na sequência, venceu Jair Bolsonaro, uma vez que Lula, favorito nas urnas e vítima de Lawfare, ficara fora do pleito. Agora, o voto responsável entra novamente em cena. Isso requer uma avaliação pelo histórico pragmático dos candidatos.
São muitas frases e quase nada de serviço. Se o eleitor já esqueceu a trajetória desses quatro anos, existe um vasto material de checagem no Google e nas redes sociais. Mas verifique a fonte! Todo cuidado é pouco com as fake news, ferramentas sofisticadas para confundir cabeças inexperientes.
O mais importante é escolher o próximo presidente sem precisar se arrepender depois. Garantir um futuro melhor para as próximas gerações depende de nós. O voto responsável parte de cada um; não se deve brincar com isso.